domingo, 20 de maio de 2007

No entrelaçar dos dedos


O meu olhar perde-se nos fios de cabelo.
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No silêncio do beijo as almas unem-se.
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Mergulho na pele e bebo dEla.
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Na suprema fusão, os corpos unem-se e os dedos entrelaçam-se.
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A poesia nasce na dança dos corpos.
Versos são criados no abraço eterno.
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De súbito, o silêncio.
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Risos e sorrisos nascem nos rostos...
As mãos continuam juntas... e nunca se separam.

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